Como ingressar na vigilância privada sem experiência e conquistar seu primeiro emprego em 2025

Como ingressar na vigilância privada sem experiência e conquistar seu primeiro emprego em 2025

Vigilante Revista SSP 24 Apr 2025
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Para trabalhar como vigilante no Brasil, é obrigatório ter o curso de formação de 200 horas e obter a Carteira Nacional de Vigilante (CNV), expedida pela Polícia Federal. Sem isso, o exercício da função é considerado irregular e ilegal.


Ao buscar o primeiro emprego, muitos candidatos enfrentam a concorrência acirrada, a falta de experiência e, muitas vezes, a desconfiança dos empregadores. Por isso, é fundamental se destacar por meio de comunicação ética, capacidade de trabalhar sob pressão e soft skills, como empatia e resiliência.


Segundo dados da Polícia Federal de 2021, mais de 439 mil vigilantes estavam capacitados para atuar no Brasil. Além disso, cerca de 11 mil novos profissionais se formam por mês e estima-se também que 138 currículos são distribuídos diariamente por empresa no país, o que reforça a necessidade de o profissional se especializar, identificar as demandas do mercado e criar um plano de carreira sólido.


Como se destacar sem experiência?


Especialização: Se você ainda não teve a oportunidade de exercer a função, o primeiro passo é investir em cursos especializados e certificações na área. A área de segurança privada possui diferentes segmentos, como vigilância patrimonial, escolta armada, transporte de valores, segurança pessoal privada.


Networking: Conhecer pessoas da área, ir a eventos, cursos e feiras. Isso pode abrir portas e gerar indicações. Também vale criar um currículo direcionado para cada vaga, destacando os cursos feitos e o interesse em aprender.


Domine a parte técnica e comportamental:  Durante a entrevista para vigilância privada e primeiro emprego, é essencial estar preparado para perguntas técnicas e comportamentais. Algumas perguntas comuns envolvem ações antes de iniciar o turno, como lidar com colegas de trabalho e como agir sob pressão.


Uma das maiores causas de reprovação em entrevistas é a falta de conhecimento específico. Ao responder perguntas sobre a função do vigilante, traga informações com base na legislação vigente e demonstre domínio técnico. Unir a função de segurança com os objetivos da empresa mostra que você entende o que ela precisa.


Evitar erros no mercado de trabalho


Dados da Federação Nacional de Empresas em Segurança e Transporte de Valores apontam que milhares de profissionais estão inativos ou irregulares por falta da reciclagem. Empresas clandestinas contratam profissionais de forma irregular, colocando em risco tanto o trabalhador quanto a legalidade da empresa. 


De acordo com o artigo da Fiocruz “Trabalho, Saúde e Adoecimento” (2010), a Polícia Federal não possui estrutura suficiente para fiscalizar todas as empresas no Brasil, o que favorece o crescimento dessas organizações clandestinas.


O que fazer enquanto espera?


Enquanto aguarda uma oportunidade na vigilância privada, siga aprendendo, atualizando seus conhecimentos e criando um plano de carreira. Um diferencial é ter um cartão de visitas, com nome, função, e-mail e telefone. Em eventos da área, isso pode chamar mais atenção do que entregar currículos.


Também é recomendável frequentar eventos públicos e feiras da área de segurança privada, onde é possível se conectar com empresas e profissionais que podem indicar você para futuras experiências e um passo importante para iniciar carreira.

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