De boates a hospitais, projeto propõe prisão para quem desacatar vigilantes privados

De boates a hospitais, projeto propõe prisão para quem desacatar vigilantes privados

Vigilante Revista SSP 03 Dec 2024
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Segundo o texto, o autor do desacato pode ser condenado a penas de seis meses a dois anos de prisão, além de multa.


Conforme a proposta, são considerados vigilantes os profissionais de segurança privada que concluíram um curso de formação aprovado e estão formalmente contratados por empresas do setor, autorizadas pela Polícia Federal.


A legislação abrangeria vigilantes que atuam em hospitais, escolas, prédios públicos, condomínios, baladas, lojas e outros estabelecimentos. O desacato seria configurado em situações como ofensas verbais, atos que rebaixem a imagem do profissional, agressões físicas ou outras ações já previstas na legislação aplicada a servidores públicos.


Na justificativa do projeto, o deputado argumenta que os vigilantes desempenham um papel crucial na segurança da sociedade, comparando sua atuação à dos policiais. Ele afirma que a segurança privada complementa a segurança pública, permitindo que as forças estatais concentrem esforços em áreas estratégicas.


Freitas defende que o crime de desacato ao vigilante em serviço é necessário não apenas para proteger esses profissionais, mas também para fortalecer a segurança dos locais onde atuam.


“O desrespeito ao profissional de segurança privada compromete toda a proteção do ambiente. Quando um vigilante é desacatado, a integridade da segurança do local também é prejudicada”, destaca o texto da proposta.


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